Resumo: O filme “A vida de Brian (Life o Brian)”, lançando em 1979, escrito, produzido, dirigido e representado pelo grupo de comediantes ingleses Monty Python, é um dos filmes que ganharam o rótulo de herético e anticristão. Antes mesmo de seu lançamento encontrou problemas. O filme foi financiado pela EMI originalmente, mas o estúdio decidiu se retirar do projeto por considerá-lo blasfemo, e mesmo após ser produzido, foi proibido de ser lançado em vários países.

A vida de Brian é uma espécie de paródia da narrativa bíblica de Jesus, que não tem pretensão de ser uma crítica ao cristianismo em si, mas, ao fanatismo religioso. Nas palavras de um dos membros do grupo “o que é absurdo não são os ensinamentos dos fundadores da religião, mas o que os seguidores fazem disso”. Desta forma, este trabalho quer entender a partir da análise de algumas cenas desta obra cinematográfica, como essa crítica aos religiosos é construída, atacando o fanatismo religioso e a intolerância, e também à incapacidade dos seguidores de compreender os textos sagrados de sua própria religião. À medida que são feitas também críticas aos filmes clichês hollywoodianos que se utilizam dos textos bíblicos, e críticas à sociedade britânica. Nesse sentido, é preciso ter em mente que o humor satírico do Monty Python caracteriza-se por um forte componente cultural, dessa forma exige do espectador certo repertório de conhecimentos sobre aquele grupo ou tipo de comportamento ou costume que está sendo satirizado, e na medida em que está ligado aos valores, às ideias de uma sociedade em particular. Neste caso, a crítica é feita a um elemento fundante da sociedade da época e por isso provocou debates e protestos em diversos países, o que aumentou ainda mais a curiosidade das pessoas, fazendo com que o filme se tornasse sucesso em bilheterias em todas as salas onde foi apresentado.

Apresentação 

Monty Python foi um grupo de comédia britânico, que possuía uma série de TV chamada “Monty Python's Flying Circus”. O grupo era composto por Jhon Clesse, Eric Idle, Terry Gilliam, Terry Jones, Michael Palin e Graham Chapman, e ficou famoso por seus esquetes cômicos, que influenciou várias gerações de comediantes. Talvez, seja possível captar um pouco da genialidade do grupo, nos esquetes do grupo brasileiro Porta dos Fundos, ambos trabalham o nonsense e a religião como tema. Um dos roteiristas do Porta dos Fundos, Fabio Porchat, ao falar sobre sua ligação com os Pythons afirma, “A Vida de Brian é um dos meus favoritos e uma fonte inesgotável de inspiração. Talvez seja por causa dele que eu goste tanto de brincar com religião” (BERNADO, 2014).

No filme, a figura de Jesus aparece em dois momentos, e em ambos os casos é retratada com seriedade. A primeira aparição se dá na abertura do filme, onde Jesus é retratado na manjedoura ao lado de seus pais. Esta cena acabou se tornando a principal arma de defesa do grupo contra os fundamentalistas religiosos, era o álibi perfeito para dizer que o filme não se tratava sobre Jesus. Ainda sobre isso, um dos integrantes do grupo, Eric Idle, diz que o grupo havia percebido que não era possível fazer um filme engraçado sobre Jesus, pois o que ele diz não é possível de ser escarnecido (MONTY PYTHON, 2005, p. 355, 356). No segundo momento, Jesus aparece no monte, falando aos que o seguiam. Nesta cena, se apoia um dos argumentos deste texto, de que a ideia do filme é também mostrar a dificuldade que os discípulos possuem para entender a mensagem de Jesus. Enfim, o próprio grupo chega a dizer que, “o que é absurdo não são os ensinamentos dos fundadores da religião, mas o que os seguidores fizeram disso” (PYTHON, 2005, p. 356). Corroborando a hipótese, de que o objeto de escárnio do filme, não é Jesus, mas sim seus seguidores.

A sátira no cinema 

A sátira possui difícil conceituação, isso se dá pela dificuldade de mapear a origem da palavra. Muitos são os sentidos e histórias que permeiam o princípio de seu uso, permitindo inúmeras derivações, inclusive da origem etimológica da palavra. Para delimitação do uso desta modalidade, apresenta-se o termo como “um ataque humorado nos campos da moral, da religião, da política e da literatura” (RIBEIRO, 2009, p. 140) tendo como característica marcante o seu “conteúdo parodístico” (RIBEIRO, 2009, p. 141) e “nela o riso é utilizado como meio de denúncia dos vícios da humanidade” (SOETHE, 2003, p. 156). “No uso quotidiano, pode referir-se a qualquer imitação troceira e irreverente. É comum, por exemplo, ouvir nos noticiários de tevê quadros dedicados à sátira política” (SOETHE, 2003, p. 157). Em muitos casos a paródia é utilizada como instrumento de sátira. Nestes casos, “a paródia pressupõe uma memória do receptor” e a eficácia de toda paródia está na combinação entre sofisticação e provincianismo, a sofisticação providenciaria a capacidade de reconhecer referências a outras histórias, e o provincianismo garantiria a necessária homogeneidade e concordância do público para o entendimento do texto (FRERIRE, 2004, p. 191).

Luiz Vadico (2010, p, 12), num trabalho que tenta definir o Campo do Filme Religioso, descreve as características deste tipo de produção, todavia, explica que filmes como A Vida de Brian se enquadram na categoria de Filmes de Contraposição, “que possuem óbvios elementos do Sagrado, no entanto, também não se coadunam com o Campo do Filme Religioso. (...) São filmes que se propõe como obras de crítica a estes campos, e por isso mantém um diálogo com eles, no entanto, não querem, e não obedecem, suas regras”.

Esquete um: o cumprimento das leis 

O filme começa com a narrativa descrita no Evangelho de Mateus (cap. 2,1-11) da Bíblia Sagrada, em que três reis magos vão ao encontro de Jesus Cristo para louvá-lo e entregar-lhe presentes, e acabam errando o estábulo entregando os presentes à Brian e dizendo a epígrafe deste texto em forma de oração, logo percebem o erro e retornam para buscar os presentes e entregar à Jesus, num estábulo ao lado. A partir de então, se desenrola o filme, mostrando que “os seguidores de Brian”, são na verdade seguidores de um Messias que não conhecem, e sobre o qual parece não entenderem. A chave da primeira cena após a abertura do filme está na contraposição entre a lei de Moisés e as palavras de Jesus. Descreve-se no filme “tarde de sábado. Quase na hora do chá”, A tradição judaica sobre a Lei de Moisés diz, “Trabalhe durante seis dias e faça todas as suas tarefas. O sétimo dia, porém, é o sábado de  Javé seu Deus. Não faça nenhum trabalho, nem você, nem seu filho, nem sua filha, nem seu escravo, nem sua escrava, nem seu animal, nem o imigrante que vive em suas cidades” (Bíblia, 1990, Êxodo, 20: 9-10). Neste mesmo capitulo do texto bíblico, temos ainda, “Não pronuncie em vão nome de Javé seu Deus, porque Javé não deixará sem castigo aquele que pronunciar o nome dele em vão” (Bíblia, 1990, Êxodo, 20: 9-10). Esta lei é relembrada por Jesus no Evangelho de Mateus, capitulo 12:10-14.



Voltando ao filme, a cena mostra Jesus discursando o famoso Sermão da Montanha, mas seus espectadores não conseguem ouvi-lo nem o entender, enquanto isso discutem entre si. As palavras proferidas por Jesus parecem não chamar a atenção da mãe de Brian, que prefere ir para um apedrejamento. Na cena seguinte aparece a mãe de Brian com uma barba, disfarçada de homem e é questionada por Brian, “porque é proibido a uma mulher ir um apedrejamento?”, a mãe responde, “Porque está escrito”, referindo-se à lei de Moisés, imediatamente aparece uma mulher carregando um jumento, a cena poderia passar imperceptível. Entretanto, se compararmos com o texto citado acima, do Evangelho de Mateus, percebe-se a forte ligação. Era sábado e a mulher estava cuidando de seu animal ferido. Esta mulher não estava seguindo a lei, os que estavam seguindo a lei estavam indo matar um homem que deveria ser apedrejado. O animal pode ser salvo, mas o homem não. A barbárie se torna óbvia, no quadro, percebe-se que as palavras de Jesus não importam, importa ser religioso por conveniência, fazendo ainda uma crítica ao comércio que se faz em torno desse ser religioso através da venda de pedras.



O homem a ser apedrejado fora acusado de dizer o nome de Jeová em vão, o acusado diz “O Jantar estava ótimo, e tudo que disse a minha esposa foi, esse peixe está digno de Jeová”, mostrando que havia sido condenado simplesmente por dizer o nome Jeová, “Blasfêmia, ele falou de novo!”, repete o sacerdote, a discussão se dá em torno de poder ou não dizer a palavra Jeová, já que a lei diz que não se pode chamar o nome de Deus em vão. Uma questão de interpretação da lei. O próprio sacerdote diz a palavra Jeová e é apedrejado. Depois umas das mulheres vestida de homem, também diz a palavra Jeová e é apedrejada, por fim, o sacerdote repete a palavra Jeová e é apedrejado até a “morte”, os soldados romanos olham a cena sinalizando um ao outro a incompreensão com a barbárie. De fato, as palavras de Jesus não importam para os fanáticos religiosos, afinal, é importante que se cumpra a lei. O  filme parece brincar com a forma como o texto bíblico é interpretado de forma literal em apenas alguns casos pelos fiéis, creditando veracidade histórica às narrativas.

Esquete dois: o surgimento das denominações. 

A segunda cena que trago à tona, se dá quando ele fugindo dos soldados romanos, cai sobre um dos muitos messias que profetizavam, assume o papel de um destes como disfarce. Brian começa então a citar passagens bíblicas, ditos atribuídos a Jesus, "Não julguem, para que vocês não sejam julgados” (Bíblia, 1990, Evangelho Segundo São Mateus, 7:1), e em seguida, “Olhai para os lírios do campo”, “Olhai para as aves do céu” “haviam dois servos”, todas estas são passagens dos Evangelhos, mas, os ouvintes parecem não dar importância à estas palavras. As pessoas passam a segui-lo quando ele não diz, ou seja, quando deixa de completar a frase “a ele será dado...”, as pessoas clamam então que ele termine de dizer as palavras, que explique o segredo, o segredo da vida eterna. Então aparece um homem com uma cabaça que era de Brian, uma mulher a pega e passa a adorar a cabaça como objeto sagrado. Correndo para fugir, Brian deixa para trás seu “sapato” surgem então interpretação deste “sinal” dado pelo messias, “como ele, vamos tirar o sapato e ficar com o outro no pé. É o sinal, todos os discípulos devem imitar”, ao que outro homem diz, “Não! É o sinal de que devemos juntar muitos sapatos.”, “Não! Não! É sinal que devemos pensar não nas coisas do corpo, mas do rosto e da cabeça”, “levante a sandália como ele nos ordenou”, “Não é uma sandália, é um sapato”. E assim seguem atrás de Brian, divididos entre os “cabacenos” e os do sapato. Mostrando assim, a diversidade de seguidores devido às interpretações que cada um deles produz.



Na cena seguinte, Brian acorda com uma mulher, enquanto os seguidores o esperam do lado de fora. “Olhem! Lá está ele! O escolhido acordou.” Gritam todos em uníssono, quase que como um mantra, levantando bastões com cabaças e sandálias, indicando os dois grupos de seguidores. Demonstrando assim a diversidade de seguidores religiosos, mesmo que de um mesmo messias. O fanatismo religioso e a massa.

A questão da comunicação 

O filme parece mesmo querer descrever a dificuldade de comunicação, numa das  cenas, para que possa entrar num dos grupos revolucionários contrários aos romanos a Frente Judaica Popular (aqui há também uma brincadeira no filme, dizendo “não confundir com a Frente Popular Judaica!”), Brian é obrigado a escrever uma frase de protesto numa parede, um soldado o pega em flagrante, e ao invés de puni-lo pelo protesto, o reprime pelos erros de grafia no Latim, e após corrigi-lo, manda que ele escreva a frase cem vezes, o centurião está mais atento aos erros gramaticais da frase do que ao conteúdo desta. O objetivo de Brian era ofender os romanos – o centurião não se sentiu ofendido com a frase, mas sim melindrado com a má escrita do Latim. Outra característica do filme que aponta para a dificuldade de comunicação é o personagem Pilatos, que tem um problema de fala: troca o “r” pelos “l”, que acaba impossibilitando que os soldados cumpram suas ordens de maneira correta. De igual modo, os carcereiros, na presença de outras pessoas (uma vez que quando falam um com o outro, fazem-no normalmente), gaguejam e demoram imenso tempo a dizer o que querem, também revelam uma atenção especial dos pythons com a comunicação.


Segundo Luhman (apud SILVA, 2013, p. 31,32), existem três problemas na comunicação,

"O primeiro tem que ver com a compreensão da mensagem – "é improvável que alguém compreenda o que o outro quer dizer, tendo em conta o isolamento e a individualização da sua consciência". O segundo problema é como chega a informação a receptores que não estão presentes na altura em que ela é transmitida: "é improvável que uma comunicação chegue a mais pessoas do que as que se encontram presentes numa situação dada. O problema assenta na extensão espacial e temporal". [...] O ruído, como veremos na parte prática, poderá estar relacionado com esta improbabilidade. Finalmente, a comunicação pode não ser bem-sucedida por não ser aceite: "a terceira improbabilidade é a de obter o resultado desejado […] Por ‘resultado desejado’ entendo o facto de que o receptor adopte o conteúdo seletivo da comunicação (a informação) como premissa do seu próprio comportamento […]" Há uma relação direta entre estes problemas. Por exemplo, se houver um correto entendimento do que está a ser comunicado, mais a comunicação está sujeita à rejeição; se a comunicação chegar a um maior número de receptores, mais provável é que ela não seja entendida por mais gente. Estes problemas, e a relação que existe entre eles, segundo o autor, acabam por dissuadir as pessoas de comunicarem – em último caso, a comunicação passa a ser uma utopia."

De fato, o isolamento e a individualização da consciência de cada seguidor, faz nascer uma pluralidade de interpretações dos textos sagrados, tornando-se impossível acertar sobre qual seria a hermenêutica correta da narrativa. A questão espaço-temporal, dificulta ainda mais essas interpretações, fazendo com que as tentativas contemporâneas de explicação do texto se tornem ainda mais distantes daquela que seria a mensagem de Jesus. Nesse caso, ainda poderia se incluir os problemas relacionados à diversidade de narrativas sobre o mesmo acontecimento, presente nos quatro evangelhos, as questões relacionadas à tradução do texto, a incompreensão dos costumes da época e etc. Por fim, a seletividade de percepção sobre os textos por parte dos seguidores torna-se latente nas cenas do filme, reproduzindo a realidade da época do texto, da época do lançamento do filme e da atualidade.

Considerações Finais 

Enfim, ainda que de alguma forma acabe satirizando o cristianismo, não parece ser esse o alvo principal. Aliás, esse era o principal argumento usado pelos integrantes do grupo Monty Python para se defender das acusações de blasfemos. Um pouco da polêmica que envolveu o lançamento de A Vida de Brian, pode ser visto no filme Holy Flying Circus, lançado pela BBC Four, baseado num debate televisivo de 1979 entre membros do grupo humorístico e representantes conservadores e religiosos por ocasião da polêmica ocorrida quando do lançamento do filme. O grande êxito do grupo Monty Python se deve em parte a isso, saber como mexer com o espectador de forma que ele não fique passivo, de forma a impor uma reação em quem assiste ao filme. Ora, se tomarmos a teoria de Luhman e aplicarmos à hipótese de que a Vida de Brian é uma crítica aos religiosos, seria fácil encontrar nas cenas do filme várias indicações de que se trata de uma sátira, com uso da paródia, para constranger os fiéis e mostrar-lhes a sua incapacidade de compreensão das palavras de quem seguem. Esta deveria ser a principal causa de revolta contra o grupo.

Referências

BERNARDO, André. Humoristas falam da influência do Monty Python sobre as suas
carreira. Saraiva Conteúdo. 2014. Disponível em:
. Acesso em: 23 ago. 2014.

BIBLIA. Bíblia Sagrada: Antigo e Novo Testamento. Edição Pastoral. 77. reimp. São Paulo:
Paulus. 2010.

FREIRE, José Alonso Tôrres. Um diálogo explosivo: sátira, paródia e história. In:
Itinierários, Araraquara, 22, 187-203. 2004.
Anais do Congresso ANPTECRE, v. 05, 2015, ST0206 8

MONTY PYTHON. The Python’s autobiography. Orion: New Ed edition. 2005.
RIBEIRO, Ana Cláudia Romano. A utopia e a sátira. In: MORUS - Utopia e Renascimento,
n. 6, 2009.

SILVA. André L. R. A Improbabilidade da Comunicação em Monty Python. 114 f.
Dissertação (Mestrado em Cultura e Comunicação) – Universidade de Lisboa, Lisboa. 2013.

SOETHE, Paulo Astor. Sobre a sátira: Contribuições da teoria alemã na década de 60. In:
Fragmentos, n. 25, p. 155-175. Florianópolis, jul./dez. 2003.

VADICO, L. A. O campo do filme religioso. In: XVIII ENCONTRO DA COMPÓS
(Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação), Rio de Janeiro,
2010.


Gustavo Claudiano Martins 
Mestrando em Ciência da Religião 
Universidade Federal de Juiz de Fora

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